Hipócrita, é isso que sou – ou pelo menos o que penso ser. Sempre banalizei o amor, criticava os namorados, ria das cartas de amor e desacreditava do exacerbado romantismo alheio; hoje me encontro - ridiculamente – amando, não apenas alguém especial, mas tudo ao meu redor.
Odiava o ciúme de todas as espécies, e agora me vejo reclamando até mesmo quando gostam daquele filme que era ‘’só meu’’.
Não gosto de pagode e acredito que bandas como Jeito Moleque tem um carisma exemplar. Sou contra o preconceito, mas não gosto de mendigos. Detesto modinhas adolescentes, mas sou a primeira a baixar a nova musica daquela bandinha americana que está em alta.
Conclui que sou um poço de hipocrisia, ainda mais quando me lembro que ainda ontem reclamava do mundo hipócrita em que vivemos.
Mas acho que todos – ou grande parte de nós – somos assim, com tantas e tantas idéias opostas. Ou possamos simplesmente mudar de idéia (talvez não tão repentinamente como eu) já que é assim que nosso mundo se renova - o que seria das mulheres se alguém não tivesse repensado nos direitos femininos?
Não vou julgar – até porque não acredito em alto-julgamento – vou simplesmente aceitar. Hipocrisia ou não, gosto de pensar que sou feliz assim: humana.
hahaha, eu conheço esse texto... ô aula de redação que rende... hahaha
ResponderExcluirfalei que vinha, ó: vim.
beijos e ótimo dia
ana laura
http://maonakumbuka.blogspot.com
hahahaha. eu conheço esse texto[2] Tava na sua casa quando vc escreveu e digitou ..lembra?
ResponderExcluiradoorei. depois entra no lentesdecontatoo.blogspot.com . bjs