Talvez se não houvesse um abismo temporal entre nós, se tu não tivesses compulsão por disseminar genes, se ela não fosse tão dependente de ti. Ai, e só ai, poderíamos dançar.
Mas por hora é melhor deixar a dança de lado, quem sabe eu conheço um outro par que não me faça tropeçar em meus próprios pés.
E se sozinha eu ainda ponho aquela musica para tocar, é por fraqueza de menina-moça. E se o coração agoniza é a falta, não de você, mas daquele que criei em tua silhueta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário