Triste é perceber que algumas perguntas não têm resposta, nem mesmo nos livros antigos da vovó.
E são exatamente essas duvidas cotidianas que andam me enlouquecendo. Procuro o chão, nada. Não sei mais pra onde correr, não acho o buraco para me esconder.
Tantas vezes me pego pensando o quanto seria mais fácil ser simplesmente fútil... Mas com a natureza não se discute.
Cheguei a tal ponto que é insuportável ficar nesse lugar, e improvável viver em outro.
Quero me adequar a certos meios que em outrora só a citação me daria arrepios.
Procuro incessávelmente em mim aquela garota revoltada que me trouxe até aqui, quem sabe ela foi embora e me deixou aqui sozinha com as incertezas.. (maldade)
Quem dera voltar uns anos e fazer escolhas diferentes. Mas provavelmente hoje eu estaria me perguntando se não seria melhoro outro caminho.. Por isso viver dói: a grama do vizinho é sempre mais verde.
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